Formação doConhecimento Coletivo: O Papel do Professor em Tempos de Web Arte e Copyleft
Síntese do Texto de Luís Rogério da Silva – Bacharel em História e Física- Professor da Universidade Paulista
A Tecnologia neste século vem cada vez mais se expandindo, e com ela cresce o número de informações, que podem ser compartilhadas por um grande número de usuários de ambientes telemáticos.
Estas informações podem se apresentar sob forma de animação (sucessão de quadros numa seqüência continua e automática), ou de um emaranhado de atalhos e ligações que, ao serem navegados, sugerem um significado do percurso informal, como se esse fosse fruto de uma leitura.
Hoje podemos acessar simultaneamente vários textos antigos e atuais e ainda podemos socializar e racionalizar a informação obtida. Isto possibilita um importante fator de aumento da taxa de produção de conhecimento por unidade de tempo, muito superior à capacidade de compreensão, fazendo com que a sociedade seja vitima de uma síndrome chamada “síndrome da fragmentação”. “Nunca se produziu tanto conhecimento e, comparativamente, se conheceu tão pouco”.
Assim faz-se necessário repensar o papel e os instrumentos da educação, bem como, o que se pretende dessa geração. A transformação a que as escolas parecem estar sujeitas implicam também a mudanças nas atividades do professor: a preparação das aulas deverá acompanhar a criação de materiais didáticos de multimídia, atendimentos informais através de chat etc..
Cabe então a escola buscar meios para discernir o seu papel vindouro enquanto pólo de referencia de formação, organização e disseminação do conhecimento, enfrentar novos desafios remodelando-se administrativa e pedagogicamente.
Síntese do Texto de Luís Rogério da Silva – Bacharel em História e Física- Professor da Universidade Paulista
A Tecnologia neste século vem cada vez mais se expandindo, e com ela cresce o número de informações, que podem ser compartilhadas por um grande número de usuários de ambientes telemáticos.
Estas informações podem se apresentar sob forma de animação (sucessão de quadros numa seqüência continua e automática), ou de um emaranhado de atalhos e ligações que, ao serem navegados, sugerem um significado do percurso informal, como se esse fosse fruto de uma leitura.
Hoje podemos acessar simultaneamente vários textos antigos e atuais e ainda podemos socializar e racionalizar a informação obtida. Isto possibilita um importante fator de aumento da taxa de produção de conhecimento por unidade de tempo, muito superior à capacidade de compreensão, fazendo com que a sociedade seja vitima de uma síndrome chamada “síndrome da fragmentação”. “Nunca se produziu tanto conhecimento e, comparativamente, se conheceu tão pouco”.
Assim faz-se necessário repensar o papel e os instrumentos da educação, bem como, o que se pretende dessa geração. A transformação a que as escolas parecem estar sujeitas implicam também a mudanças nas atividades do professor: a preparação das aulas deverá acompanhar a criação de materiais didáticos de multimídia, atendimentos informais através de chat etc..
Cabe então a escola buscar meios para discernir o seu papel vindouro enquanto pólo de referencia de formação, organização e disseminação do conhecimento, enfrentar novos desafios remodelando-se administrativa e pedagogicamente.

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